Decidi colocar esse post para voltar e lê-lo nas solitárias noites de sexta e sábado, quando em Teresópolis, me achando a mais pobre coitada das mulheres abandonadas. Fiz absolutamente tu-do que eu queria. Fui ao Rio, voltei quando achei que devia voltar, ou quando fiquei de saco cheio e com afliceta, fui à praia, saí pra jantar, almocei com amigas. Fiquei lendo (Marley e Eu) em casa debaixo do edredom abraçada com os cães. Também poderia ter sido muito bom ficar com um gatinho gostosinho bebericando um vinho, rindo, fazendo sexo, dormindo agarradinha.
Mas também poderia ter sido um saco, com um chato querendo fazer o que eu não tava afim, me perguntando a que horas eu iria chegar do haras, querendo ficar mais uma noite no Rio, implicando com o meu almoço com as minhas amigas.
Isso serve para mostrar o que o homem-mais-calmo-do-mundo sempre diz: temos que viver cada momento como ele é. Não adianta estar em casa, pensando em estar na rua; estar sozinha, pensando em estar acompanhada. Ou estar acompanhada, pensando em estar sozinha. As coisas vão acontecer, basta saber esperar, ou então correr atrás sem fazer disso um martírio.
"Eu espero um acontecimento, só que, quando anoitece, é festa no outro apartamento..."
Minha analista ficaria orgulhosa, e sei que ainda vou tropeçar muitas vezes, quando terei que voltar aqui para ler esse post, mas vou procurar sempre frequentar as minhas próprias festas, as festas no MEU apartamento.
(foto do Claus no meu sofá...)
2 comentários:
isso aí, como a professora de yoga falou, viva o presente, o agora.
Tá certo que nem sempre ela obedece isso, hehehehe.
O negócio é estar a procura da felicidade com muito otimismo e paciência.
a paciência é que as vezes é curta...
eu acho que a professora de yoga se inspirou no homem mais calmo do mundo...
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