domingo, 13 de maio de 2007

Dancing with myself

Sábado fui comemorar o meu aniversário em grande estilo: dançando!
Dançar é muito bom, deixar a música entrar, cantar alto, saculejar. Além disso, a gente vê gente, dá risada, enfim, diversão garantida. Seria isso, se não fosse por dois "poréns"... O primeiro, já estou conformada, o segundo, no entanto, é uma coisa muito chata. O primeiro é o fedor de cigarro. Realmente é uma coisa que entranha na roupa, no cabelo, coitados dos pulmões. Mas a solução é muito simples, desde que seja dentro de um nível supertável - basta tomar um banho quando chegar em casa e colocar a roupa para lavar. Mas o segundo é muito irritante. Vai chegando uma hora em que eu acho que vai batendo o desespero na galera que "sobrou" e você não consegue mais dançar em paz. E é muito chato que normalmente nessa hora estão tocando as melhores músicas. O que passa na cabeça de um sujeito que faz com que ele se sinta no direito de sair agarrando mulheres sozinhas? Eu gosto de sair para dançar para dançar, e não necessariamente para ficar com um desconhecido que se sente no direito de me puxar pelo braço, ou de me segurar pela cintura. Eu não quero conversar com um maluco que eu nunca vi na vida às 3 horas da manhã, bêbado, no meio de uma pista de dança. Eu vou para a pista de dança para DANÇAR! E o problema é justamente fechar os olhos e se entregar (para a música...), as pessoas acham que você já está bêbada e tá louca pra ser agarrada. Que coisa irritante. Daqui a pouco as boates vão virar micaretas... "Quantos você já beijou? Eu já beijei 15." Que coisa mais sem graça. Infelizmente, é a hora de ir embora.

2 comentários:

Unknown disse...

Não vai comentar do festival de gargalhadas da sua outra festa?
Nossa, não ria assim há muuuuito tempo, até passei mal, hehehe.

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.