terça-feira, 31 de março de 2009

Reflexões internas

Muitos altos e baixos. Fase totalmente trabalho. Hoje me sinto veterinária e empresária. Tem um grande salto profissional. Ainda quero mais, ainda não cheguei onde eu queria chegar. Na verdade, não quero saber onde eu quero chegar, tenho sempre que ir a algum lugar. Me sinto muito mais 'gente grande' - decisões, empregados, atitudes. Ontem no final do dia, parei uns cinco minutos na janela do meu quarto no haras, e fiquei lembrando das duas primeiras vezes em que estive lá. A primeira foi visitando, aos 9 ou 10 anos de idade. Acho que ainda não tinha a hera na parede. A segunda foi para montar o Puschkin uma vez em que a Pia viajou. Essa foi a mais marcante - eu montando aquele cavalo importante, num lugar maravilhoso. Meu pai me levou, acho que fomos umas 2 vezes, talvez um sábado e domingo. Eu olhava embevecida aqueles cavalos, aquele lugar e certas pessoas. Hoje, eu comando aquele lugar, decido sobre aqueles cavalos e trabalho com as tais certas pessoas. Acordo pensando em trabalho, passo o dia trabalhando, e trabalho mais quando chego em casa. Tá muito desequilibrado, e continua não preenchendo alguma coisa que, apesar de tanto trabalho, continua vazia.

Agora que o ritmo vai começar a diminuir, algumas vezes me bate uma certa ansiedade de ficar com tempo livre, de bobeira. Dá culpa, dá medo. Dá medo desse espaço vazio aumentar.

Quanto eu vou ter que mudar para ter o que eu penso que não existe?

segunda-feira, 23 de março de 2009

Para você (outro você)

Não importa se você tá aí pensando se mandou mal ou não, ou se tá cagando solenemente para mim - agora você vai me ouvir. Então você se acha "um cara maneiro", como você mesmo disse, antenado e descolado... e que você é o máximo porque sabe o nome do álbum de determinada música do Los Hermanos. Eu sou a prega porque tive o meu momento 'supertramp'. Não, desculpe você não tem as suas preguices, Nando Reis é muito maneiro (hum, hum)...

Então vou te dizer que te achei um prego na primeira vez que entrei na sua casa e você tava tocando aquele tecladinho ridículo. Amigo, tem certas coisas que a gente não mostra nem pra nossa mãe, quanto mais pra desconhecidos. Tudo bem, você até tentou, mas cavalo odeia braquiária, que é que nem homem babaca, a praga do século.

Agora assunto sério, e eu sei que você não vai gostar de ouvir isso - mas você nem mandava tão bem assim. E eu não estou falando isso para cuspir no prato que comi. Mais uma vez, você tentou, mas não deu. Tá, eu sei, se estivesse cagando tanto assim, não estaria aqui perdendo o meu precioso tempo. Mas é o que eu preciso agora. Não vou ficar lembrando das nossas gargalhadas quando você ligou para a farmácia às 2 da madrugada perguntando se eles vendiam coca-cola. Nem dos 'momentos paparazzi'. Aliás, será que você apagou aquelas fotos? Nem de... de quê mesmo???? Tá vendo, não tem mesmo muita coisa pra lembrar de você.

E pode ficar com o seu iphone antenadíssimo porque eu sou totalmente feliz com o meu nano.

domingo, 15 de março de 2009

Lições do Findi

  1. Auto-conhecimento é tudo.
  2. Se não tá bom, melhora.

terça-feira, 10 de março de 2009

sooooooooooooooooooo tired.... exausted!